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O ciclismo movimentando economias


As preocupações em evitar os transportes de massa como ônibus, trens e metrôs que estão frequentemente lotados e apresentam alto risco de contaminação fez o ciclismo despontar em uma nova era. A demanda cresceu impressionantemente.

Taiwan, que tem 40 anos de tradição na fabricação de bicicletas e muitas macas conhecidas no mundo, como Merida e Giant, teve alta histórica registrada de 2019 para 2020. A indústria de componentes de bicicletas do território foi avaliada em US$ 2,36 bilhões em 2019, os dados publicados pelo Ministério de Assuntos Econômicos apontou um aumento anual de 8,41%, o setor de fabricação teve desempenho igualmente impressionante. O segmento de bikes, suas peças e acessórios foi um dos poucos mercados favorecidos em meio a pandemia.


Hoje as bicicletas de Taiwan são, em sua maioria, voltadas para exportação. Os cinco principais enfoques são a União Europeia, Estados Unidos, Austrália, Japão e China continental. A União Europeia, no entanto, representa mais da metade dessas exportações. Taiwan é responsável pela maior porcentagem de vendas de bicicletas na Europa e no continente. É o segundo maior fornecedor nos outros três mercados.


Essa tendência chamou atenção de alguns governos europeus e norte-americanos que passaram a investir e incentivar o ciclismo como transporte saudável e seguro. Reino Unido, França e Itália tomaram algumas medidas como construção de ciclovias e ofereceram incentivos para os cidadãos aderirem bicicletas. Estados Unidos e Canadá também ofereceram subsídios para a compra de bicicletas.


Os resultados para algumas empresas já se mostra bastante satisfatório, a Giant, por exemplo, registrou receita total de NT $ 7,1 bilhões (US$ 242 milhões), o que representa um aumento anual de 31,68%. O presidente da Mérida, Michael Tseng afirmou que a demanda na China continental já ultrapassou o pico e passa a ter uma busca por bicicletas mais sofisticadas e que as e-bikes são uma grande tendência para a Europa e América. Igualmente positivo sobre o mercado europeu e americano, o presidente da KMC, Wu Ying-chin, diz que a demanda dos dois continentes fica mais clara com os incentivos voltados ao ciclismo e acredita que a tendência se sustentará por longo período.


Esse cenário fortaleceu a indústria que já era notória e está recebendo apoio direto de muitos governos que estão buscando reforçar a prática do ciclismo e diminuir o número de pessoas que mantém os transportes públicos lotados, essa medida visa reduzir a taxa de contaminação dos cidadãos e ainda estimula fabricantes e vendedores.

E você? Já faz parte de algum dos públicos citados?

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